Escolas de Geografia
Determinista Alemã
Fundada em 1822, teve como expoentes Karl Ritter, Friedrich Ratzel e Alexandre von Humboldt, criadores dos primeiros princípios científicos. Ficou conhecida como Determinista, uma vez que muitos de seus seguidores acreditavam que o homem era um ser submisso à Natureza.
 |
| Karl Ritter |
 |
| Friedrich Ratzel |
 |
| Alexandre von Humboldt |
Possibilista - Francesa
Foram seus expoentes Paul Vidal la Blache, Jean Brunhes e Pierre George. É denominada de escola Possibilista, pois seus seguidores acreditavam que o homem é capaz de transformar o meio em que vive.
 |
| Paul Vidal la Blanche |
 |
| Jean Brunhes |
 |
| Pierre George |
Geografia Crítica
Destacam-se Yves Lacoste, David Harvey e Milton Santos. De acordo com essa teoria, a Geografia contribui para a formação da cidadania. O cidadão não é consumidor: é o indivíduo informado, capaz de articular conceitos e refletir sobre o contexto no qual vive, portanto pode fazer escolhas. Nesse sentido, a Geografia é uma "gramática do mundo".
 |
| Yves Lacoste |
 |
| David Harvey |
 |
| Milton Santos |
Princípios da Geografia
No século XIX, com o surgimento da Geografia como ciência, se fez necessária a definição de princípios metodológicos, que lhe conferem o devido caráter científico. Os princípios formulados são:
- Extensão - concebido por Friedrich Ratzel (1844-1904): todo fenômeno geográfico tem sua ocorrência em determinada porção do território, que pode ser delimitada.
- Analogia - também chamado Geografia Geral, exposto por Karl Ritter (1779-1859) e Paul Vidal de La Blache (1845-1918): todo fenômeno geográfico deve ser comparado a outros do mesmo tipo, para se estabeleceram semelhanças e diferenças e facilitar sua compreensão.
- Causalidade - formulado por Alexander von Humboldt (1769-1859): todo fenômeno geográfico tem uma ou mais causas, que devem ser buscadas e explicadas.
- Atividade - formulado por Jean Brunhes (1869-1930): todo fenômeno geográfico tem um caráter dinâmico, portanto seu estudo deve compreender sua extensão e conexidade com o tempo, pois os fatos nunca estão isolados.
- Conexidade ou interação, apresentado por Jean Brunhes (1869-1930): os fatos não são isolados, e sim inseridos num sistema de relações, tanto locais quanto interlocais.
Nenhum comentário: